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Thomas Hardy

 

Thomas Hardy

"A felicidade não depende do que nos falta, mas do bom uso que fazemos do que temos."

 

Thomas Hardy nasceu em Dorset a 2 de Julho de 1840 e faleceu em Dorchester em 11 de Janeiro de 1928. Foi um novelista e um poeta de renome.

Dos vários romances que escreveu encontram-se ,The Poor Man and the Lady, escrito em 1866 e The Famous Tragedy of the Queen of Cornwall at Tintagel in Lyonnesse, de 1923.

O pessimismo radical foi uma constante em todos os romances que escreveu.

Nasceu numa família de classe média, filho de um construtor civil, tendo passado parte da sua infância no campo.

Estudou arquitectura e trabalhou no restauro de edifícios antigos, em especial igrejas.

Só se revelou um grande poeta nos últimos anos da sua vida.

Foi casado com Emma Gifford, em 1874 e, após a morte desta, casou com Florence Dugdale.

Morreu de causas naturais com a idade de 87 anos.

Aceitem um abraço do,

Manuel Cordeiro

Atualizado em 27-07-2011

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William George Ward

William George Ward

"O pessimista queixa-se do vento.

O optimista espera que ele mude.

O realista ajusta as velas."

 

William Ward nasceu em 21 de Março de 1812 em Londres e faleceu em 6 de Julho de 1882. Na Wikipedia pode ler-se que “foi um teólogo católico romano e, também, um grande matemático. A sua carreira ilustra o desenvolvimento da opinião religiosa num momento de crise na história do pensamento religioso Inglês”.

Em 1830 foi estudar para o colégio Christ Church, Oxford, mas por dificuldades financeiras do seu pai, teve que sair e tentar estudar noutra instituição. Em 1833 conseguiu uma bolsa de estudo para o Lincoln College.

Pertenceu à Igreja Anglicana tendo sido ordenado sacerdote em 1840.

No entanto em 1844 defendeu que a única esperança para a Igreja da Inglaterra estava na submissão à Igreja de Roma, à qual aderiu em Setembro de 1845.

Em 1851 tornou-se professor de Filosofia Moral no Colégio de St Edmund, Ware, e no ano seguinte foi nomeado para a cátedra de Teologia Dogmática. Em 1868 tornou-se editor da Revista Dublin.

Apoiou a promulgação do dogma da Infalibilidade Papal em 1870. Após ingressar na Igreja Católica Romana casou e passou por muitas dificuldades económicas que conseguiu ultrapassar.

 

Aceitem um abraço do,

Manuel Cordeiro

Fonte: Wikipedia

Atualizado em 14-07-2011

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Platão

Platão “Observa no teu culto a família e cumpre os teus deveres para com teu pai, tua mãe e todos os teus parentes. Educa as crianças e não precisarás de castigar os homens”.

Este pensamento de Platão traduz a importância que a família tinha no seu tempo. Sem dúvida que, quando os valores próprios de uma vida em família estão em perigo, toda a sociedade se ressente. É necessário darmos mais importância à família e a tudo o que ela encerra de bom.

Viver em família é viver com tolerância, com solidariedade, com verdadeira amizade, com respeito pelo ser humano, enfim, é cultivar valores que depois vão fazer com que se saiba viver verdadeiramente em sociedade. Assim os jovens de hoje, homens no futuro, saberão ser tolerantes com tudo o que os rodeia e serão mais capaz de enfrentar as adversidades que todos os dias teimam em aparecer-nos pela frente.

Atualizado em 14-06-2011

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Madre Teresa de Calcutá

Madre Teresa de Calcutá.

A Vida é uma oportunidade, aproveite-a …

A vida é um sonho, torne-o realidade...

A vida é um desafio, enfrente-o...

A vida é promessa, cumpra-a...

 

Madre Teresa nasceu em 26 de Agosto de 1910, na cidade de Skopie, capital da Macedónia, com o nome de baptismo de Ganxhe Bojaxhiu. A sua família era católica e a sua mãe, Drana, era uma pessoa de intensa religiosidade.

Atualizado em 24-06-2011

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Santo Agostinho

O mundo é um livro e aquele que não viaja lê apenas uma página”.

Santo Agostinho

 

Provavelmente Santo Agostinho não imaginava como este seu pensamento é tão actual no Século XXI.

Tanto o acto de ler como o acto de viajar são hoje parâmetros importantes na definição daquilo que é uma pessoa culta.

Ao ler um livro, caminhamos pelas suas páginas como se fossem auto-estradas ou rotas aéreas. Apesar de fazermos pausas temporárias, vamos sempre até à última página. De igual modo numa viagem há paragens, mas o importante é fazermos a viajem até ao fim.

Incentivo todos os que este pensamento lerem, a levar à prática o pensamento de Santo Agostinho, a não ficarem pela primeira página do livro que estiverem a ler.

Leiam muito e viajem muito.

 

Aceitem um abraço do amigo,

Manuel Cordeiro

Atualizado em 06-06-2011

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