ManuelCordeiro.net

Switch to desktop Register Login

Mahatma Gandhi

Não tente adivinhar o que as pessoas pensam a seu respeito. Faça a sua parte, sem medo. O que importa mesmo é o que você é. Mesmo que outras pessoas não se importem. Atitudes simples podem melhorar sua vida. Não julgue para não ser julgado... Um covarde é incapaz de demonstrar amor, isso é privilégio dos corajosos”.

 

Nasceu a 2 de Outubro de 1869, na Índia. Foi um grande líder pacifista da humanidade e teve um papel muito importante na independência do seu país.

Casou em 1883 com uma senhora, sendo ambos de 13 anos de idade. Formou-se em direito em Londres, voltando à Índia para praticar advocacia. Esteve na África do Sul onde iniciou um movimento pacifista, lutando pelos direitos dos hindus.

Em 1914 regressou à Índia para dar a conhecer o seu movimento, baseado na resistência passiva. Em 1930 vai a Inglaterra pedir a independência do seu país, que viria a ser concedida em 1947. Passado um ano morre assassinado por um hindu.

Atualizado em 22-11-2011

Visitas: 1205

Mia Couto

 

A maior desgraça de uma nação pobre é que em vez de produzir riqueza, produz ricos.

 

Mia Couto é um escritor Moçambicano conhecido em todo o mundo pelos vários livros que já publicou. De seu nome próprio António Emílio Leite Couto, nasceu na cidade da Beira, Moçambique em 5 de Julho de 1955. Seu pai, Fernando Couto, emigrante português de Rio Tinto, foi jornalista e poeta, sendo um participante activo de círculos intelectuais.

Foi no jornal Notícias da Beira que publicou os seus primeiros poemas tendo começado assim o começou o seu percurso literário, iniciado na poesia passando depois para a prosa.

Em 1972 ingressou na Universidade de Lourenço Marques para estudar medicina, que abandonou logo a seguir ao 25 de Abril passando a fazer jornalismo. Foi Director da Agência de Informação de Moçambique e dirigiu a revista Tempo e o jornal notícias de Maputo. O primeiro livro nasceu em 1983. Era um livro de poemas “Raiz de Orvalho”. Desde então nunca mais parou de publicar tendo recebido vários prémios pela qualidade da sua obra. O último foi o prémio Eduardo Lourenço atribuído pelo Centro de Estudo Ibérico, que lhe foi entregue na Guarda há uns meses atrás.

Mais informações em: http://www.teatro-dmaria.pt/Temporada/detalhe.aspx?idc=1024

Um abraço.

Atualizado em 04-11-2011

Visitas: 1271

Diogo António Feijó (Padre)

Padre Diogo António Feijó

"O coração nunca envelhece. Basta um sorriso, um nada, um abraço e tudo nele se ilumina e aquece."

Padre e político separatista brasileiro nascido em São Paulo, caracterizado por combinar ideias de um liberal radical com propostas e práticas políticas conservadoras. Filho de pais desconhecidos e abandonado ao nascer, foi criado por uma família de barões do café. Educado na companhia do padre José Gonçalves de Lima, aos 19 anos fixou-se em São Carlos, onde ensinou latim e português. Depois de estudar filosofia em São Paulo e em São Carlos, ordenou-se sacerdote católico (1805). Viveu como padre e agricultor (1805-1818), quando se mudou para Itu e ali se ligou ao grupo de oposição ao predomínio dos Andradas na política paulista. Foi eleito deputado às Cortes Constitucionais (1821-1822), em Lisboa, tornou-se defensor de idéias separatistas, foi perseguido pela Coroa portuguesa e refugiou-se na Inglaterra. Voltou ao Brasil (1822) após a independência, opôs-se a constituição outorgada (1824) e foi eleito deputado por duas legislaturas (1826-1829) e de (1830-1833). Lutou contra o absolutismo, a escravidão e o celibato clerical. Chamou os liberais de clube de assassinos e anarquistas e também se afastou dos restauradores. Ocupou o Ministério da Justiça (1831-1832), foi eleito senador pelo Rio de Janeiro (1833) e regente único do reino (1835). Autoritário na condução do Estado e sem bases de apoio próprias, foi obrigado a renunciar (1837). Abandonou os serviços eclesiásticos e participou da Revolução Liberal (1842) e, derrotado, fugiu para Vitória. Voltou ao Rio de Janeiro (1843) e, nesse mesmo ano, morreu em São Paulo. Escreveu um livro Noções gerais de filosofia (1912), um dos primeiros trabalhos brasileiros a fazerem referências ao pensamento de Kant e só publicado postumamente.

http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/DiogoAnt.html

Atualizado em 27-09-2011

Visitas: 1298

Wilfrid Wilkinson, Presidente de RI, 2007-2008

Rotary é mais do que a soma das suas partes. Rotary é uma ideia, um conceito, uma força. Rotary é o que nos une e nos motiva a mudar o mundo

Wilfrid Wilkinson nasceu em Montreal, Quebec, Canadá e em 1961, com a sua esposa Joan, foi viver para Trenton, no Ontario. Em 1962 entrou para o Rotary Club de Trenton, tendo sido seu presidente em 1967-68, governador do Distrito em 1971-72, director de Rotary International em 1992-94 e Vice-presidente de RI em 1993-94.

Foi curador da Fundação Rotária em 1997-2001 e 2002-2003. Presidiu ao Comité de Convenção para a Convenção de Centenário de Rotary International em 2006, em Chicago.

Foi sócio fundador da empresa Wilkinson&Company Chartered Accounts. Em 2001 aposentou-se e passou a exercer as funções de diretor executivo da Escola de Ballet Quinte Canada. Em simultâneo foi coordenador da Associação Nacional de Contabilistas Forenses. Foi fundador e presidente da Cheshire Belleville, uma casa que acolhe deficientes físicos adultos. Foi presidente do Conselho Distrital dos Escuteiros do Canadá.

Atualizado em 23-10-2011

Visitas: 1193

Marcelino Chaves

Marcelino Chaves, Director de Rotary International

“Onde chega Rotary e a sua Fundação, chega a paz”

Nasceu emSão João da Madeira, Portugal, tendo ingressado no Rotary Club de São João da Madeira em 1963. Faleceu a 14 de Janeiro de 2009.

Além de Director do Rotary International, foi Governador do D-1970 em 1975-76 e ocupou diversos cargos rotários, entre eles membro da comissão da convenção do RI, coordenador internacional do programa Pólio Plus e membro da comissão “Preserve o Planeta Terra”. Por sua extraordinária dedicação, foi agraciado com a Menção da Fundação Rotária por Serviços Meritórios.

Foi deputado e foi presidente da A. Henriques & Ca. Lda. e engenheiro químico. Fazia parte de várias associações profissionais relacionadas com a indústria de borracha, inclusive da Institution of Rubbery Industry e da Associação Portuguesa dos Industriais de Borracha. Em 1986, Chaves serviu como presidente do Centro de Estudos em Economia e Meio Ambiente.

Atualizado em 24-09-2011

Visitas: 1201