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Anne Frank

 

"Eu sei o que quero, tenho um objectivo, tenho uma opinião, tenho uma crença e um amor"

 

Annelisse Maria Frank, mais conhecida como Anne Frank, nasceu em Frankfurt am Main a 12 de Junho de 1929.

Foi vítima do holocausto, tendo sido levada para o campo de concentração de Bergen-Belsen, falecendo com apenas 15 anos de idade no dia 31 de Março de 1945. Passou a maior parte da sua curta vida em Amesterdão no nº 263 da rua Prinsengracht.

Tornou-se mundialmente famosa com a publicação póstuma do diário que escreveu no “esconderijo” da casa onde vivia com a família, para se esconder da perseguição nazi. Tudo começou com um diário que lhe foi oferecido no dia em que fez 13 anos. A partir daí passou para as folhas desse diário o dia a dia da sua vida no interior de uma parte de sua casa, entre 12 de junho de 1942 e 1 de Agosto de 1944. O chamado Diário de Anne Frank foi publicado pela primeira vez em 1947, após a sua morte.

A vida no esconderijo durou dois anos, após os quais alguém os denunciou às autoridades nazis. Todos foram transferidos para campos de concentração sendo que a Anne foi para Bergen com a sua irmã Margot onde morreram ambas de tifo.

É, atualmente, um dos livros mais traduzidos em todo o mundo.

A casa onde a família viveu e o esconderijo onde Anne e a família viveram pode visitar-se. Sem dúvida que é um local que deve ser visitado. O que se passou então, a morte de pessoas só porque eram judeus, não pode nem deve ser esquecido.

Visitei a casa no dia 10 de Novembro deste ano, ou seja, há dois dias atrás. Foi um momento importante na minha vida.

 

Fonte: Wikipedia

Atualizado em 11-11-2012

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Bob Marley

"Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra"

"Eles dizem que o sol brilha para todos, mas para algumas pessoas no mundo ele nunca brilha"

 

Bob Marley nasceu em 6 de Fevereiro de 1945 em Saint Ann, no interior da Jamaica.

Era filho de Norval Sinclair Marley, militar branco, capitão do exército inglês e de Cedella Booker, uma adolescente negra do norte da Jamaica.

Bob teve uma juventude muito difícil, e isso ajudou-o a ter personalidade e um ponto de vista bastante crítico sobre os problemas sociais.

O seu trabalho foi amplamente responsável pela aceitação cultural da música reggae fora da Jamaica. Assinou com a gravadora Island Records, em 1971, na época uma gravadora muito influente e inovadora. Foi com Mo Woman, No Cry, em 1975, que ele ganhou fama mundial.

Deixou a Jamaica no final de 1976 e foi para Inglaterra onde gravou os álbuns Exodus e Kaya e onde também foi preso pela posse de um cigarro de maconha.

Tocou, por convite, nas comemorações da independência do Zimbabwe, no dia 17 de Abril de 1980.

Um mês antes de sua morte, Bob Marley foi premiado com a Ordem ao Mérito Jamaicana.

Faleceu no hospital Cedars of Lebanon no dia 11 de Maio de 1981, em Miami, Florida, aos 36 anos.

 

Fonte: Wikipedia

Atualizado em 05-11-2012

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Manuel António Pina

 

“O poder é um vaso frágil, e mais frágil quando é (e, de certa maneira, é-o sempre) ficção. Protege-se com a distância e a aparência, e alimenta-se de imagens que devolvem infinitamente a sua própria imagem”

Manuel António Pina nasceu a 18 de Novembro de 1943 no Sabugal e faleceu no porto a 19 de Outubro de 2012, no Hospital de São João, Porto. Foi jornalista e escritor, tendo sido galardoada em 2011 com o Prémio Camões.

Licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Foi jornalista do Jornal de Notícias durante mais de 30 anos. Foi cronista desse mesmo jornal e da revista Notícias Magazine.

A sua obra incidiu principalmente na poesia e na literatura infanto-juvenil, embora tenha escrito também diversas peças de teatro e de obras de ficção e crónica. Algumas dessas obras foram adaptadas ao cinema e TV e editadas em disco.

Está traduzido em França (francês e corso), Estados Unidos, Espanha (espanhol, galego e catalão), Dinamarca, Alemanha, Países Baixos, Rússia, Croácia e Bulgária.

A 9 de Junho de 2005 foi feito Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.

 

Fonte: Wikipedia

Atualizado em 22-10-2012

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Abraham Lincoln

"Quando pratico o bem, sinto-me bem; quando pratico o mal, sinto-me mal. Eis a minha religião"

Abraham Lincoln nasceu em 1809 no Estado de Kentucky, no sul dos Estados Unidos. Passou oito anos na Assembleia Legislativa do Estado de Illinois, no norte do país, e exerceu advocacia no circuito de tribunais.

Em 1858 concorreu contra Stephen A. Douglas para o Senado, tendo perdido a eleição. Mas no debate com Douglas ganhou uma reputação nacional que lhe valeu a indicação republicana para a disputa presidencial em 1860, que venceu com facilidade, devido ao colapso do Partido Democrata, decorrente da crise entre norte e sul em torno do tema da escravatura (o norte era contra, e o sul, a favor).

Lincoln alertou o sul no seu discurso de posse: "em suas mãos, meus compatriotas insatisfeitos, e não nas minhas, se encontra esta questão momentosa da guerra civil". Para ele, a secessão era ilegal. Ele estava disposto a usar a força para defender a lei federal e a União. Quando as baterias dos confederados dispararam contra o Forte Summer e forçaram sua rendição, ele pediu aos estados 75 mil voluntários. Foi o início da Guerra Civil.

Como presidente, ele transformou o Partido Republicano em uma forte organização nacional, atraindo democratas do Norte para a causa da União. No 1º de janeiro de 1863 divulgou a Proclamação da Emancipação que declarava a libertação dos escravos.
Foi reeleito em 1864.

Em 14 de abril de 1865, uma sexta-feira santa, Lincoln foi assassinado no Teatro Ford em Washington por John Wilkes Booth, um ator que achava estar ajudando o Sul. O resultado foi o oposto pois, com a morte de Lincoln, morreu a possibilidade de paz com magnanimidade.

Aceitem um abraço do amigo,

Manuel Cordeiro

Atualizado em 29-10-2012

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Isilda Pegado

"Educar, criar, fazer crescer é talvez a mais nobre função que ao ser humano está entregue. Por isso, esta tensão e alegria que brota do coração por ver crescer os nossos filhos". Boletim Salesiano, Setembro/Outubro 2012

Isilda Pegado é Presidente da Direção da Federação Portuguesa pela Vida, uma Instituição que reúne em vínculo federativo Associações e Fundações que tenham por objeto e finalidade a defesa da Vida Humana, desde o momento da conceção até à morte natural, a promoção da dignidade da Pessoa Humana e o apoio à Família e à Maternidade.

A intervenção da Federação Portuguesa pela Vida pode enquadra-se nos seguintes três pontos:  

 APOIO SOCIAL: às mulheres (principalmente grávidas), crianças e famílias, através de uma rede nacional de organizações que providenciam aconselhamento, cuidados médicos e apoio material

ACÇÃO POLÍTICA: intervenção junto dos membros do Parlamento e das instituições públicas, salientando as necessidade dos valores da vida e da família e da promoção de uma CULTURA DE VIDA

EDUCAÇÃOde crianças, jovens e da população em geral, para uma cultura de vida e para a responsabilidade e dignidade da sexualidade humana. Neste âmbito desenvolvemos conteúdos educativos, estando presente em escolas e qualquer outro âmbito, promovendo conferências para os difundir.

Assume como pressupostos da sua ação, entre outros, que “é dever de cada cidadão, da sociedade civil, das instituições públicas e do Estado, propor e promover uma cultura de respeito e adequada proteção da vida humana”.

Ainda “a comunidade familiar, elemento fundamental e estruturante da sociedade, proporciona o ambiente natural e adequado para a transmissão da vida, a educação das crianças e a proteção em geral dos membros de uma sociedade. Aos pais cabe, em primeiro lugar, o direito e o dever de educar os filhos, de acompanhar o seu desenvolvimento e de promover a sua formação integral, preparando-os, nomeadamente, para um exercício responsável da cidadania”.

 

Aceitem um abraço do,

Manuel Cordeiro

Atualizado em 16-10-2012

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